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Ementa: No esforço de fazer cada vez mais e melhor, com cada vez menos, há necessidade das instituições de saúde, públicas e privadas, empreenderem esforços no sentido de reduzir custos eliminando o desperdício e o retrabalho, ao mesmo tempo em que aumentam a qualidade de atendimento dos serviços, por meio da redução de falhas, da complexidade e variabilidade dos processos e da capacitação de suas lideranças. Modelos de Gestão pela Qualidade e Melhoria Contínua de Processos têm sido empregados em várias instituições de saúde com resultados alvissareiros, que inclusive ajudam da resolução de antigos problemas financeiros. Permeados pela implantação de processos de gestão organizacional, tais modelos devem levar em consideração, primeiramente, a satisfação das necessidades dos clientes, internos e externos. Dentre estes, o paciente deve ser o foco principal da atenção, por ser a razão da existência das instituições de saúde. Ferramentas de avaliação de Qualidade de Vida existem que mensuram o impacto dos processos e técnicas sobre o bemestar físico, mental e social do paciente. A disciplina abordará processos de Gestão da Qualidade e o método de Redesenho de Processos como estratégia de Desenvolvimento Organizacional em Serviços de Cirurgia de Instituições de Saúde Públicas e Privadas. 

1. Básica
a. LIMA, M. B. B. P. B. A. Gestão da Qualidade e o Redesenho de Processos como Modelo de Desenvolvimento Organizacional em Hospitais Públicos Universitários: O Caso do Hospital de Clínicas da UNICAMP. Dissertação de Mestrado Profissional em Engenharia Mecânica da UNICAMP. Orientador: Prof. Dr. Ademir José Petenate. 2006. 193p. Consultado em: 18/5/2014.
b. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diretrizes Metodológicas: Elaboração de Estudos para Avaliação de Equipamentos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 96p. Consultado em: 18/5/2014.
c. ALVES, E. F. Qualidade de vida: considerações sobre os indicadores e instrumentos de medida. Rev. Bras. Qual. Vida, v. 3, n. 1, p. 16-23, 2011. Consultado em: 18/5/2014.
d. FLECK, M. P. A. A avaliação de qualidade de vida. Guia para profissionais da saúde. Porto Alegre: Artmed, 2008. 228p.

2. Complementar
a. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Avaliação de Tecnologias da Saúde. Ferramentas para a Gestão do SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 110p. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/avaliacao_tecnologias_saude_ ferramentas_gestao.pdf>. Consultado em: 18/5/2014.
b. URBACH, D. R. Measuring quality of life after surgery. Surg. Innov., v. 12, n. 2, p. 161-5, 2005.
c. KINNEY, M. A. et al. Chronic postthoracotomy pain and health-related quality of life. Ann. Thorac. Surg., v. 93, n. 4, p. 1242-7, 2012.
d. KOROLIJA, D. et al. Evaluation of quality of life after laparoscopic surgery. Surg. Endosc., v. 18, n. 6, p. 879897, 2004.
e. CARRARO, A.; El MAZLOUM, D.; Bihl, F. Health related quality of life outcomes after cholecystectomy. World. J. Gastroenterol., v. 17, n. 45, p. 4945-51, 2011. Disponível em:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3236586/. Consultado em: 18/5/2014.
f. MAES, I. H. et al. Cost-effectiveness of specialized treatment based on cognitive behavioral therapy versus usual care for tinnitus. Otol. Neurotol., v. 35, n. 5, p. 787-95, 2014.

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